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Votuporanga é a 6ª cidade melhor para se viver na terceira idade

Votuporanga é líder em Educação e Trabalho dentre as cidades analisadas com população entre 50 e 100 mil habitantes

Publicado em: 07 de março de 2017 às 13:30

Votuporanga ganhou mais uma vez destaque no cenário nacional. Segundo o Índice de Desenvolvimento Urbano para Longevidade, realizado em parceria entre o Instituto de Longevidade Mongeral Aegon e a Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV/EAESP), a Cidade das Brisas Suaves é considerada a 6ª melhor para se viver na terceira idade.

De acordo com a pesquisa, Votuporanga é líder em Educação e Trabalho dentre as cidades analisadas com população entre 50 e 100 mil habitantes. Também ocupa posição de destaque nos índices de Cuidados em Saúde, Finanças, Habitação e Cultura.



Além disso, a pesquisa destaca que Votuporanga está entre as 27 cidades em que 100% de seus docentes possuem curso superior na EJA (Educação de Jovens e Adultos) e maior número médio diário de horas-aula ministradas. O fato de não terem sido encontrados registros de homicídio por arma de fogo na cidade também foi relevante para o Índice, bem como a frequência de acidentes de trânsito com vítimas fatais relativamente baixa - colocando a cidade entre as 20 menos violentas no trânsito – e estar classificada entre as cinco de melhor nível de fornecimento de serviços de esgotos.

Segue abaixo os desempenhos em cada área de avaliação:

Assistência Social

De forma geral, no que se refere a política social voltada à terceira idade, Votuporanga conta com diversos equipamentos voltados a oferecer qualidade de vida a este público.São os três CRAS (Centros de Referência de Assistência Social), que atendem 230 idosos; o CCI (Centro de Convivência do Idoso), com 290 pessoas desta faixa etária; o CDI (Centro Dia para o Idoso), com 20 idosos; o CREAS (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), com 97 pessoas, além de convênio entre a Prefeitura e entidades que trabalham com acolhimento de pessoas idosas em sistema de longa permanência, conhecidas como asilos.



Segundo o secretário de Assistência Social, Sérgio Adriano Pereira, o Município ainda contará com mais um Centro de Convivência com capacidade para atendimento de 200 idosos e o atual CDI será ampliado para aumentar a quantidade de atendidos para 50 pessoas. “Desta forma conseguimos garantir que os nossos idosos sejam cuidados da melhor maneira e que suas necessidades físicas, mentais e emocionais sejam atendidas”.

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