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PARTO NORMAL - Santa Casa de Votuporanga incentiva humanização

O bebê nasceu com 49 centímetros e 2.920 quilos, em parto normal amparado por equipe médica

Publicado em: 01 de julho de 2017 às 08:27

PARTO NORMAL - Santa Casa de Votuporanga incentiva humanização
No quarto 904 da ala José Delgado, da Santa Casa de Votuporanga, ouve-se o choro do pequeno Tallys. Nos braços da mãe Laíde da Silva Souza Alves, de 26 anos, ele encara o mundo que acabou de nascer com os olhos cheios de amor e proteção.
O bebê nasceu com 49 centímetros e 2.920 quilos, fruto de parto humanizado, amparado por médico, enfermeiros, doula e presença do pai, Dailton de Oliveira Souza Alves, de 32 anos, e da sua avó Maria Amélia da Silva Polveiro, de 56. Foi o pai de Tallys que cortou seu cordão umbilical, reforçando o vínculo afetivo de toda família Alves e garantindo qualidade de vida para a criança.
A bolsa de Laíde rompeu pela manhã, às 10h30. A família é de Ouroeste e chegou na Santa Casa às 12h. Depois de três horas de trabalho de parto, o desejo da mãe se concretizou: parto normal e humanizado. “Eu sempre achei o parto normal mais viável, pela saúde do bebê. Senti contrações e vim para o Hospital por ser referência na região, sendo atendida muito bem por todos. A doula me ajudou muito, passou segurança, mas a presença do meu marido foi muito especial”, contou.
Emoção não faltou para o pai. Daiton explicou como foi acompanhar o nascimento de Tallys. “Fiz questão de estar presente para dar toda assistência e por curiosidade também. Foi um sentimento inexplicável ajudar no parto do meu filho, colaborei para que viesse ao mundo”, afirmou.
Olhando de longe, estava a avó. “Foi tudo muito lindo. O atendimento dado a minha filha e neto foi maravilhoso, só tenho a agradecer”, disse.
Mais do que um momento especial, o parto normal é mais saudável para a mãe e o bebê. A Organização Mundial da Saúde (OMS) diz que “Humanizar o parto é um conjunto de condutas e procedimentos que promovem o parto e o nascimento saudáveis, pois respeita o processo natural e evita condutas desnecessárias ou de risco para a mãe e o bebê".
A enfermeira Kênia Aparecida de Oliveira destacou os benefícios. “O vínculo é maior entre a família, além de melhorar a saúde da mãe e bebê. Facilita a lactação, uma vez que o leite desce mais rápido e evita riscos desencadeados por uma cirurgia. Para nós, profissionais de saúde, o cuidar da criança é mais natural, já que ela veio no tempo dela. Portanto, só há vantagens”, ressaltou.
O provedor da Santa Casa, Luiz Fernando Góes Liévana, parabenizou os papais de primeira viagem. “O nascimento de Tallys representa o nosso objetivo do Hospital: atendimentos humanizados. Desejo que mais partos normais humanizados sejam realizados e que a Laíde seja exemplo para as mamães. O procedimento é mais acolhedor e tranquilo e todos ganham com isso”, finalizou.

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