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Santa Casa de Votuporanga faz 2ª captação múltipla de órgãos de 2020

Procedimento foi em mulher de 55 anos que faleceu no último dia 8

Publicado em: 10 de janeiro de 2020 às 17:46

Santa Casa de Votuporanga faz 2ª captação múltipla de órgãos de 2020
Doação de órgãos. Um termo forte, mas com muitos significados, principalmente para quem está do outro lado, esperando por um transplante. A Santa Casa de Votuporanga é apta a fazer a captação de órgãos desde 2012, e nesta semana, realizou o segundo procedimento múltiplo de órgãos da região, destacando a Instituição de grandes hospitais.

O procedimento, realizado em uma mulher, de 55 anos, aconteceu no dia 08 de janeiro e contou com o apoio da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (CIHDOTT) e da Equipe da OPO-SJRP (Organização de Procura de Órgãos do Hospital de Base) que promove a ligação com a rede Nacional de Transplantes.

A família tem um papel muito importante na autorização da doação de órgãos. Angela Maria Martins Custódio, cunhada da doadora, contou como foi tomar esta decisão em conjunto com a família. “Quando o médico nos explicou da possibilidade dela ser uma doadora, a princípio ficamos com dúvidas. Mas ao conversar com todos, lembramos que ela já tinha manifestado este desejo, na época em que o Gugu faleceu, dizendo que queria ser uma doadora de órgãos, caso algo acontecesse com ela. É um momento difícil, mas pensamos no bem que ela ainda pôde fazer para outras pessoas, salvando vidas. Ela sempre foi uma pessoa muito boa e guerreira, e tinha este desejo, nada mais justo do que atendê-lo”.

O provedor da Santa Casa, Luiz Fernando Góes Liévana, se sensibilizou com o lindo gesto de solidariedade desta família. “Para nós, é motivo de orgulho poder participar desse processo de captação de órgãos visto que conseguimos beneficiar muitas pessoas e salvar vidas. Meus cumprimentos especiais a esta grande equipe que demonstra não apenas um conhecimento técnico elevado na área, mas um espírito de generosidade e compaixão ao próximo fazendo um trabalho tão importante e nobre”, elogiou.




Protocolo

O Ministério da Saúde ressalta que hoje, pela legislação brasileira, a retirada de órgãos e tecidos de pessoas com morte encefálica comprovada só pode acontecer após a autorização da família. Por isso, quem tem interesse em doar órgãos deve manter a família avisada, diz o governo.

O passo principal para você se tornar um doador é conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte.




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