Votuporanga
+15° C

Máx.: +17°

Mín.: +

Ter, 29.06.2021
GD Virtual - Sites e Sistemas Inteligentes
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Publicidade

Pesquisa: 7 em cada 10 mulheres estão estressadas

Estudo aponta que brasileiras estão mais ansiosas devido à falta de segurança

Publicado em: 07 de março de 2026 às 19:04

Pesquisa: 7 em cada 10 mulheres estão estressadas
Um estudo recente ouviu centenas de entrevistadas de diferentes regiões e descobriu a resposta:hoje, 7 em cada 10 mulheres admitem se sentir mais estressadas ou em frequente estado de alerta por medo de furtos, roubos e da violência, preocupação que também têm gerado cansaço mental (47,9%) e problemas com sono (34,9%).

Os dados são da Verisure, empresa de alarmes monitorados que, recentemente, buscou entendercomo a percepção de risco afeta o equilíbrio emocional e os hábitos cotidianos em diferentes regiões— entre os maiores receios, a interferência no dia a dia e estratégias para se sentir mais protegido, dentro e fora de casa.

Mais do que se refletir no próprio corpo, de acordo com as respondentes, medos como ser roubada ou ter a própria residência invadida vêm levando a uma série de hábitos e mudanças, comoalterar rotas e trajetos diariamente (59,9%),recorrer a itens de autoproteção(32,5%) einvestir em soluções como câmeras, sensores e alarmes(47,2%).

Mulheres revelam os efeitos da insegurança na saúde e no bem-estar

Se, no começo de janeiro,uma pesquisa do Instituto Ipsos revelou queo crime e a violência são as maiores preocupações, hoje, no país(à frente de questões como a corrupção e saúde), o levantamento da Verisure identificou que essa insegurança não está associada a um único cenário, mas atravessa diferentes espaços do cotidiano dos brasileiros... em especial, delas.

Quando questionadas sobre seus principais receios no dia a dia, as respostas das entrevistadas não causaram surpresa:70,5% delas apontaram ter medo constante de roubos e furtos, enquanto outras temem sofrer violência física (64,7%) ou ter a própria residência invadida (64,7%) —preocupação muito mais considerável do que entre os homens (42,7% e 58,1%).

Mais do que algo pontual, aliás, a pesquisa mostra que a sensação de insegurança tem impactado diretamente a saúde emocional das brasileiras.

De um lado, por exemplo,7 em cada 10 respondentes disseram que medos relativos à segurança as tornaram mais estressadas ou amplificaram a sensação constante de alerta.De forma similar, 47,9% reconheceram que isso costuma vir junto de certo cansaço mental, parcela similar à das que enfrentam problemas de sono (34,9%) em decorrência de barulhos suspeitos, movimentos ou demais sinais de que sua casa está sob risco.


Além do bem-estar: como a insegurança impacta a rotina das brasileiras?

Para além dos impactos emocionais, ao longo do levantamento, uma parcela expressiva das entrevistadas admitiram quereceios relacionados à violência as levaram a repensar algumas dinâmicas e decisões práticas no dia a dia— o que, por sua vez, tem levado a mudanças de hábito com o objetivo de cuidar da própria segurança.

No campo do lazer e da circulação urbana, as restrições aparecem de forma ainda mais evidente.Evitar sair de casa à noite, por exemplo, foi algo mencionado em 70,5% das respostas (entre os homens, o medo é menor e aparece em 60%), decisão tão comum quanto deixar de retornar para casa em determinados horários por medo de algo pior (55,4%).

Dentro de casa, o medo também tem imposto alguns limites.Deixar crianças ou idosos sozinhos (37,6%)ouatender à porta em determinadas situações (40,4%)— seja pelo horário, seja pela ausência de familiares — foram algumas das situações mais compartilhadas pelas mulheres consideradas, que também procuram nãoviajar ou ficar longos períodos fora (29,7%)edeixar o pet sozinho (22,2%).

Práticas e soluções para se sentir protegida

Diante da percepção crescente de insegurança, algo que a Verisure descobriu é que, em 2026, muitas brasileiras têmadotado medidas práticas para reduzir riscos e incidentesno cotidiano.

Entre as iniciativas mais comuns para as entrevistadas estáevitar deixar objetos de valor visíveis, comportamento adotado por 67,4%. Há quem também faça o possível paraalterar rotas e trajetos no dia a dia (59,9%), bem comomanter contato frequente com familiares ou vizinhos para o caso de eventuais problemas(55,8%).

Quando o assunto é a tecnologia aplicada à proteção, a adesão também se mostrou expressiva:soluções de monitoramento e segurança eletrônica(como câmeras, sensores e alarmes)já fazem parte da rotina de 47,2% das entrevistadas, enquanto 3 em cada 10 respondentes demonstraram interesse em adotar esse tipo de recurso daqui para frente.

Quanto aos itens populares,os mais associados à sensação de segurança são as câmeras de vigilância, citadas por 84,5%. Fechaduras digitais ou leitores de chave aparecem na sequência (60,6%), seguidos por sensores e detectores de arrombamento (57,8%) e sirenes ou dispositivos sonoros (50%). O resultado, nesse sentido, não apenas acompanha a expansão do setor, mas ressalta como tecnologias que oferecem monitoramento contínuo são vistas como grandes aliadas na proteção do lar.

Metodologia

Para compreender os impactos da insegurança na saúde, bem-estar e dia a dia das brasileiras, nas últimas semanas, foram entrevistadas 300 adultas (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.

Ao todo, as respondentes tiveram acesso a 8 questões, que exploraram seus principais medos e receios no dia a dia, como tais preocupações afetam a rotina e estratégias para driblá-los. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelas entrevistadas.

https://www.verisure.com.br/blog/inseguranca-saude-e-bem-estar

Clique aqui para receber as notícias gratuitamente em seu WhatsApp. Acesse o nosso canal e clique no "sininho" para se cadastrar!
Publicidade