GD Virtual - Sites e Sistemas Inteligentes
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Publicidade

Polícia fecha puteiro que cobrava até R$ 200 por pograma na região

Polícia fecha puteiro que cobrava até R$ 200 por pograma na região

Publicado em: 27 de outubro de 2012 às 17:48

Uma residência, na rua Lázaro Camargo Enke, no bairro Alto Rio Preto, que funcionava como casa de exploração sexual foi fechada pelo Grupo de Operações Especiais (GOE) ontem à tarde. Diversos materiais de propaganda das garotas, cadernos com anotações da contabilidade dos programas e preservativos foram apreendidos no local. No momento da chegada dos policiais, cinco garotas com idades entre 18 e 30 anos estavam no local. Esta foi a terceira ocorrência do gênero registrada em Rio Preto nos últimos 15 dias. Segundo o delegado Paulo Grecco, dois investigadores se passaram por clientes para dar o flagrante. “O imóvel não levantava suspeita por ser de alto padrão. Somente depois que os investigadores negociaram os programas, que custava R$ 200, a equipe entrou na casa para fazer a apreensão”, afirma. As garotas e o suposto proprietário do negócio , o motoboy E.D.S., 30 anos, foram encaminhados para a Central de Flagrantes. Eles prestaram depoimento e foram liberados em seguida. Questionado, por telefone, sobre a atividade de exploração sexual que supostamente acontecia na casa, o motoboy limitou-se a negar a acusação e desligou o telefone. A reportagem tentou entrar em contato por telefone com três das garotas flagradas na residência, no entanto os celulares estavam desligados. Outros casos Nos dias 11 e 18 deste mês, outras duas casas de exploração sexual foram fechadas pela Polícia Civil. Localizadas no bairro Boa Vista, ambas tinham fachadas de clínicas de estética. Nos dois imóveis foram encontradas, ao todo, cinco garotas, todas com idades entre 18 e 26 anos. O preço cobrado por cada programa variava entre R$150 e R$180. “Sempre que um tipo de crime fica em evidência, damos um foco maior para que não vire um crime organizado”, acrescenta o delegado. Três pessoas identificadas como responsáveis pelos imóveis onde aconteciam as supostas explorações sexuais respondem a inquérito policial, em liberdade, por rufianismo. O termo refere-se a exploração da prostituição alheia, participando diretamente dos lucros obtidos. Se forem condenados, a penalidade prevista para para este tipo de crime varia de um a quatro anos de reclusão. (Simone Machado - Diário da Região)

Publicidade